Guerra entre assoações em TAMBABA

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Uma série de matérias divulgadas no jornal virtual JAMPANEWS vem mostrando divergências entre Associações que atuam em TAMBABA
"Naturismo em Tambaba pode estar com os dias contados; caminhada ecológica abre as portas do paraíso e convida a todos para conhecer a praia, sem a obrigatoriedade de tirar a roupa"
Um projeto revolucionário está sendo posto em prática em Tambaba e pode mudar definitivamente os conceitos e hábitos naturistas da praia, famosa mundialmente pelo nudismo radical. Acatada a proposta Tambaba pode se tornar igual a muitas praias de naturismo do mundo, onde o acesso é liberado a todos, sem distinção de qualquer natureza e sem a obrigatoriedade da nudez.

Apesar da brusca mudança de conceitos, não seria uma medida inusitada, lugares famosos do naturismo, notadamente nos Estados Unidos, o acesso ao público é liberado e qualquer pessoa pode frequentar a praia sem ser obrigado a ficar despida. Em muitas praias americanas, por exemplo, os adeptos do naturismo tomam seu banho de sol e de mar acompanhados de frequentadores trajando roupas de banho, sem que haja qualquer constrangimento ou proibição.

Tambaba pretende evoluir para esse patamar civilizado de convivência pacífica onde os adeptos do naturismo podem ser vistos e até fotografados pelos curiosos que desejam conhecer a praia tão badalada e tão frequentada por pessoas do Brasil e do Mundo.

Essa experiência já está em prática e tem sido conduzida com muito êxito por uma guia da associação Anda Brasil?PB, autorizada para organizar passeios que inclui como trajeto, incursões pelo território nu de Tambaba, e como atrativo apimentado aquela espiadinha que faz a fama do Big Brother da Rede Globo.

A guia se chama Rosana Diniz e tem causado furor em Tambaba com a sua proposta de abrir a praia para todo mundo. As suas caminhadas, sempre aos sábados, conta com um público de curiosos que chegam a 70 participantes, eufóricos e satisfeitos com a passagem por entre nudistas, expostos à curiosidade pública, apesar da intromissão ainda ser proibida pelas normas da praia e do naturismo paraibano.

A inovação tem causado sensação e também contestação já que os naturistas mais radicais não absorveram bem a ideia e muitos já resistiram de forma peremptória à iniciativa revolucionária da guia da Anda Brasil e altercações violentas já foram registradas na praia entre frequentadores e curiosos.

Apesar de haver uma Lei municipal que proíbe trajes no interior da praia, Rosana Diniz conseguiu um salvo-conduto da Anda Brasil e da clandestina Sonata e assim transformou-se na primeira guia de turismo a ter permissão para organizar incursões dentro de Tambaba levando com ela até 70 participantes, que precisam pagar apenas cerca de R$ 60 e levar um quilo de alimento não perecível, para adentrar a praia e até fotografar os naturistas, o que é terminantemente proibido pelas regras do naturismo, mas essas não alcançam Rosana Diniz protegida pela autorização da Anda Brasil e pela conivência da Sonata, entidades que, pela força e prestígio colocaram-se acima da Câmara Municipal de Conde, e Diniz pode mandar às favas as regras básicas do naturismo, como tem feito reiteradas vezes, mesmo debaixo de protestos.

Apesar da indignação de quem frequenta a praia e curte o naturismo, e de incidentes que tiveram de ter a participação da Polícia para conter os mais exaltados, Rosana Diniz não se intimida e não suspendeu as caminhadas, respondendo às críticas com argumentos sólidos e constitucionais, que devem contribuir para ampliar os horizontes de Tambaba e torna-la uma praia tão evoluída como tantas que existem pelo mundo afora e praticam a nudez em pacífica convivência com as demais pessoas.

Além do mais, munida não apenas da Constituição, mas também da autorização da toda poderosa Anda Brasil, Rosana Diniz está pouco se lixando para quem achar ruim ou contestar. Para quem ousar a tanto, ela chama a polícia (com quem tem um convênio para fornecer alimentação em seu restaurante e em razão dessa parceria salutar dispõem de especial atenção das guarnições).

Em seguida à convocação policial, ela esfrega na cara dos atrevidos e resmungões seu crachá de guia da Anda Brasil ao tempo que invoca a Constituição Federal onde está garantido o direito de ir e vir a qualquer cidadão, argumentação que pode amparar de agora em diante quem quiser entrar na praia porque Diniz criou o precedente que joga no lixo a placa elucidativa colocada na entrada de Tambaba e que adverte para as regras que norteiam o naturismo e que um dia foi Lei até Rosana resolver ganhar dinheiro da forma mais saudável e rentável, caminhando e cantando, e assobiando para os naturistas.

A iniciativa de Rosana tem até página na internet explicando os objetivos e os propósitos em prol do bem-estar e da preservação da natureza e, em particular da praia de Tambaba, e ressalta ainda que, a iniciativa de caráter muito mais econômico do que ambiental conta com o apoio da Sonata, entidade que apesar de existir, na prática está com seu CNPJ suspenso por questões burocráticas, o que do ponto de vista legal significa dizer que não está em atividade e, portanto, não pode chancelar nenhuma iniciativa principalmente aquelas que, segundo a legislação que rege a praia e que está inscrita na placa de entrada, adverte que a desobediência se constitui crime federal.

Como a Sonata é uma confraria de amigos do naturismo, invadir a praia para fazer caixa, não se constitui crime e Rosana vai faturando o dela atropelando legislação municipal, estadual, federal, filosofia naturista, o que tiver pela frente sem que nenhuma reação ou ação seja capaz de impedi-la atitude própria daqueles rompantes tão característicos dos inovadores e contestadores de sempre.

A atitude revolucionária de Rosana Diniz conta com o apoio incondicional de outro naturista, que atende pela alcunha de Bilú - esse marido da guia, sócio e dirigente da Sonata, aquela entidade que defende o naturismo e a praia, mas que abre exceções que fizeram evoluir os conceitos da filosofia naturista; e o que antes era proibido agora é permitido, como, por exemplo, a entrada de homens desacompanhados, desde que portem a carteirinha da Sonata cujo presidente é um oficial superior da Polícia Militar da PB, major Alex, assumido e orgulhosamente gay, e que não ver nenhum pecado na presença ostensiva de belos e alegres companheiros, que elegeram os locais mais discretos da praia para fraternos e divertidos encontros de finais de semana e durante a semana também.

Major Alex é uma personalidade militar que já devia ter sido condecorada pela corporação em razão da bravura e da coragem de assumir sua opção sexual e de se mostrar por inteiro abandonando aquele velho armário que por tanto tempo escondeu esse segmento tão descriminado e reprimido, mas que agora ganha espaço, voz e patente no mundo atual.

Não se sabe ainda se o presidente da Sonata e Oficial superior da PM, Major Alex, pessoa cordata e de trato fácil, elegante e cortês, como o definem quem o conhecem, concorda com a inovação revolucionária da esposa do amigo e colega de naturismo, Bilú, sobre a liberação da praia para os não adeptos da nudez. Sabe-se que ele apoia e estimula a caimnhada de Rosana, mas não se pronunicou ainda sobre a liberação total, geral e irrestrita.

Pelo visto e apurado, a Sonata se acosta a caminhada, mas só a caminhada, porque depois que ela passa a praia só é acessível para quem obedecer às imposições do naturismo e só pode adentrar ao paraíso, aqueles que obedecerem as regras estabelecidas e ostentadas na entrada, a exceção fica apenas para a toda poderosa Rosana Diniz cujo marido é um dos guardiões da filosofia naturista, intransigente e zeloso defensor da nudez total menos aos sábados quando a esposa desfila pelas areias, acompanhada de 70 curiosos, ansiosos para serem esclarecidos sobre a filosofia naturista.

A proposta ainda encontra controvérsias e, até membros da Sonata como o professor universitário Carlos Santiago, já manifestou em recente reunião com autoridades para discutir a praia, que o nudismo em Tambaba é protegido por Lei, por isso imperativo, mas nada disso impede que as caminhadas continuem e quem quiser conhecer e fotografar os naturistas de Tambaba é só entrar em contato com Rosana Diniz, guia da Anda Brasil, pagar R$ 60, doar um quilo de alimento, e ver de perto um bocado de bundas e outras partes da anatomia humana, sem ter que tirar a roupa.

E dane-se quem achar ruim, porque a praia, afinal, é de todos, como comprova a guia da Anda Brasil. Com sua ousadia inovadora, Rosana Diniz prova que o mundo evoluiu e Tambaba também. Portanto, nada de privilégios: vamos todos à lá praia, nus ou vestidos.

Fonte: JAMPA NEWS

"Caminhada ecológica em Tambaba deve ser reprimida pelas autoridades, iniciativa atenta contra a maior referência do turismo paraibano; infratores podem responder de acordo com a legislação vigente"
Tambaba, a maior referência turística do estado, encontra-se envolvida numa polêmica que pode alterar seu perfil de praia de nudismo. Dominada por duas tribos de naturistas a praia se divide entre essas correntes, uma ortodoxa, a Tambaba Nua, que defende a nudez obrigatória, e uma mais tolerante e mais flexível que apoia dividir o espaço com quem não quer tirar a roupa e já pratica e divulga essa tendência através de caminhadas ecológicas que atravessam a praia em toda sua extensão, causando protestos e indignação aos mais empedernidos naturistas.

As caminhadas ecológicas, que atropelam as regras e leis ainda vigentes na praia, têm o apoio explícito da Sociedade Naturista de Tambaba ( Sonata), presidida por um oficial superior da Polícia Militar, major Alex. Ele faz questão de se colocar a frente da iniciativa promovida pela guia da Anda Brasil, Rosana Diniz, e aproveita a oportunidade oferecida pela amiga para dar palestras elucidativas sobre a filosofia naturista, ignorando solenemente toda legislação pertinente à praia cometendo infração gravíssima, prevista na placa colocada na entrada da praia advertindo ser crime, passível de punição, o desrespeito as regras do naturismo.

Essas duas correntes de naturistas travam um duelo particular pelo controle da praia e a principal divergência entre elas consiste exatamente na proibição ainda em voga do uso de traje no interior de Tambaba.

Se por um lado, a Sonata defende o direito de todos frequentarem o reduto até agora privativo da nudez; a Tambaba Nua faz valer o que dita e impõe a legislação atual da proibição total de pessoas trajando roupas no interior da praia.

No meio dessa batalha, a Secretaria de Turismo da Prefeitura de Conde que, de acordo com a nova gestão já expressou através do secretário da pasta, Toti Souto Maior, ser radicalmente contra a abertura da praia para quem não estiver disposto à nudez total.

Toti já manifestou reservadamente essa opinião, que se fará oficial em momento oportuno e já adiantou que irá proibir as caminhadas ecológicas dentro da praia por considera-las inoportunas e ilegais e estaria disposto fazer prevalecer o que diz a legislação ainda vigente, inclusive recorrendo à força policial, caso os promotores da caminhada insistam em realiza-la como tem acontecido.

Segundo Toty, essa gestão está focada na defesa da legalidade e o que não for legal será terminantemente proibido.

O secretário não manifestou ainda oficialmente seu posicionamento, mas assessores próximos a ele já anunciaram que Toty vê com muita preocupação esse tipo de inovação, que estaria colocando em risco a principal atração da praia que é a nudez obrigatória e, por ser Tambaba a maior referência do turismo paraibano, não pode ficar exposta a essas questiúnculas que, no fundo, revelariam apenas o oportunismo e a falta de compromisso de certos grupos com a preservação da marca Tambaba.

“O estado nem o município podem comprometer um destino do porte de Tambaba, que atrai pessoas do Brasil e do Mundo, para atender pequenos e subalternos interesses de pessoas que estão apenas visando lucro pessoal ou satisfações íntimas, explorando a pretexto de preservação e divulgação do Meio Ambiente, uma marca que já se consolidou internacionalmente e que é responsável pela imagem da Paraíba fora de suas fronteiras”, diz um assessor do secretário revelando oficiosamente o pensamento do gestor sobre a questão que vem incendiando a praia.

Sonata e as caminhadas ecológicas

Segundo se sabe, a Sonata é uma sociedade civil de interesse público que há anos habita o universo de Tambaba e incorporou a sua imagem já que atuou solitariamente em defesa do naturismo por muito tempo. No entanto, divergências internas levaram à divisão e os insatisfeitos com os rumos tomados pela entidade romperam e fundaram outra entidade denominada Tambaba Nua cujo presidente é o proprietário da Pousada, localizada no interior da praia há mais de 30 anos, desde quando Tambaba ainda não era referência como destino turístico, e que se chama Hildebrando.

Ao contrário da Sonata, a Tambaba Nua é legalmente constituída e em dia com suas obrigações como entidade civil de interesse público, registrada na Junta Comercial do Estado, com CNPJ e tudo o mais que a legislação exige para a existência e atuação dessas sociedades.

Já a Sonata não apresenta esse caráter legal e obrigatório e quem pesquisar vai encontrar restrições ao seu CNPJ por desorganização contábil, o que criar uma série de dificuldades e impedimentos para a entidade que, mesmo assim conseguiu se filiar a Federação Nacional de Naturismo numa prova flagrante de que, esses critérios básicos da legalidade não são levados em conta nem pela afiliada e muito menos pela federação.

Que a Sonata não se preocupa em estar apta diante da legislação vigente é algo notório já que a eleição do major Alex aconteceu em clima de total irregularidade desde quando os sócios que votaram de forma açodada o seu mandato, não atendiam aos requisitos essenciais para votar como, por exemplo: estarem em dia com a anuidade, requisitos que constam no estatuto da entidade.

Segundo comentários de antigos sócios e dirigentes da entidade, que estariam se movimentando para checar essas irregularidades e denuncia-las as autoridades competentes, muitos dos que votaram sequer estavam presentes e quem votou por eles votou sem a devida e indispensável procuração legal.

São denúncias que serão encaminhadas ao Ministério Público, acompanhadas de boletos e extratos bancários, mostrando saldo correspondente à época a quantia de R$ 13.187,51, que não se sabe onde foram empregados, e outros imperativos legais que terão de ser detalhadamente explicado e justificado pelo atual presidente major Alex cuja formação militar não deveria compactuar muito menos endossar esse tipo de comportamento de flagrante desmando e desrespeito aos preceitos legais.

O mandato do major Alex se estende por seis anos e durante esse tempo a marca de sua gestão é a defesa intransigente da presença de homens desacompanhados na praia e a revogação total da obrigatoriedade da nudez.

Constrangimento

A presença marcante e numerosa de homens desacompanhados na praia tem criado constrangimento em Tambaba, e são muitas as reclamações na portaria a respeito do comportamento insolente deles, com muitos assediando mulheres, mesmo as acompanhadas, o que já ocasionou desentendimentos sérios entre frequentadores, pouco acostumados a essas inovações implantadas pelo presidente da Sonata.

A senha para a entrada desses rapazes de libido exacerbada em Tambaba é simples e restringe-se a uma única explicação: “sou amigo do Major”. E assim estão abertas as portas do paraíso do naturismo paraibano e nem precisa mostrar carteirinha de naturista, aquelas generosamente distribuídas pela Sonata em nome da democracia plena na praia.

Caminhada Ecológica

A próxima caminhada ecológica está prevista para 18 de março e o clima de expectativa é grande, pois a polêmica deve descambar para o Judiciário já que existe uma tendência de levar a iniciativa para apreciação da Justiça.

Até lá a Secretaria de Turismo deve se pronunciar a respeito do assunto e pelas palavras do titular da pasta, ela não deve ser realizada por apresentar caráter ilegal e contrariar os interesses maiores do turismo paraibano, resumindo-se apenas a uma iniciativa isolada e de objetivo pecuniário, promovida para arranjar caixa para certos empresários acostumados à ilegalidade e a clandestinidade e que brevemente serão fiscalizados para que as autoridades tenham conhecimento do perfil jurídico de suas empresas.

Fonte: JAMPA NEWS

"Luiz Torres sugere advertência para major da PM que incita à desobediência as leis que regem a praia de Tambaba; naturistas do Brasil e do Mundo esperam posicionamento do Comando Geral da corporação"
Como era de se esperar a reportagem do Jampanews, abordando a polêmica desencadeada em Tambaba sobre a suspensão da obrigatoriedade da nudez determinada por Lei e acintosamente desrespeitada por uma guia da entidade Anda Brasil, estimulada e apoiada pela Sonata, outra entidade filiada a Federação Nacional de Naturismo, cujo presidente é um oficial superior da Polícia Militar, com patente de major, causou imediata reação do Secretário Institucional de Comunicação do Governo do Estado, jornalista Luiz Torres, que, em contato com o portal, se disse a favor de pelo menos uma advertência “ao PM”, por parte de seus superiores hierárquicos.

Ao tomar conhecimento dos fatos, Luiz Torres criticou a atitude do major em ignorar e desrespeitar a Lei que rege a praia de Tambaba e que diz ser terminantemente proibida a presença de pessoas vestidas no interior da praia. A Lei instituída pela Câmara Municipal de Conde encontra-se em placa postada na entrada da praia, em inglês e português, que adverte, ainda, ser crime a desobediência, passível de punição aos infratores.

Mas isso não é suficiente para o major. Ele recebe os invasores com palestras de boas-vindas e de estímulo a convivência pacífica entre naturistas e não naturistas numa atitude considerada por boa parte dos frequentadores da praia como um atentado ao mais importante e difundido destino turístico do estado, cuja essência e atrativo estão na nudez obrigatória.

Para quem conhece o Litoral Sul a importância de Tambaba para os Governos, estadual, municipal, e para a iniciativa privada é ímpar, por ser ela a maior referência do turismo paraibano a nível nacional e internacional, e a nudez obrigatória, em seu perímetro, o maior atrativo, e isso não pode ser posto em risco por iniciativas isoladas, que não atendem a estratégia turística implantada para desenvolver o setor na região.

Descompromissado

Homossexual assumido, o major abraçou os interesses particulares da guia da Anda Brasil, Rosana Diniz, e abriu as portas da praia para as “caminhadas ecológicas” cujo maior atrativo é a passagem por dentro de Tambaba, onde a curiosidade sobre o naturismo pode ser satisfeita com palestras dadas pelo militar a pretexto de divulgar a filosofia naturista, como se isso só pudesse ser feito pela amiga do major e por ele, quando esse poder esclarecedor sobre o naturismo pode ser prodigalizado por qualquer um, sem pagar nada desde que a Lei seja revogada e o acesso liberado para todos, sem distinção e sem privilégios.

Afora essa esdrúxula concessão, o major em gesto de extremada cortesia também abriu as portas do paraíso naturista para homens desacompanhados, o que tem criado situações de constrangimentos, já que eles estão autorizados a frequentar o ambiente portando carteiras distribuídas pela Sonata sem o menor critério, uma atitude que revela a truculência e a prepotência da Sonata e de seus associados, que agem como se fossem proprietários da praia.

Esse desrespeito às leis que regem a praia estaria sendo fomentado pela política de “democratização” do espaço ardorosamente defendida pelo major e pelos associados da Sonata, cuja sede se encontra instalada na Pousada a Arca do Bilú, local onde esse tipo de decisão é planejado e propalado como munição para aquecer o clima de picuinhas que inunda a praia e que tem causado sérios e graves dissabores a Tambaba.

A Arca da Discórdia

A Arca do Bilú é um dos locais mais tradicionais e frequentados do Litoral Sul cuja cozinha é badalada em prosa e verso pela excelência da comida. Estabelecida há mais de 15 anos no local a pousada funciona aparentemente sem atender a nenhum tipo de exigência para o funcionamento de qualquer empresa comercial, como, por exemplo, CNPJ, Alvará de funcionamento, e outros requisitos legais que a legislação impõe a todo e qualquer comerciante menos a Bilu.

A Arca serve de exemplo e de modelo para um tempo que as eleições de 2016 trataram de varrer do Conde com a vitória de Márcia Lucena, quando estabelecimentos como o de Bilu prosperaram na clandestinidade fiscal e se transformaram em ícones da ilegalidade empresarial pela longevidade e são provas vivas de como as gestões que antecederam a do PSB tratavam a arrecadação municipal já que se sabe que estabelecimentos como a Arca de Bilú supostamente não contribuem com nenhum centavo de imposto para os cofres públicos.

Apesar dessa suposta, mas provável clandestinidade, já que o consumidor não tem direito a nota fiscal, e não há alvará de funcionamento exposto no estabelecimento, o proprietário age como se legal fosse e exige que os poderes constituídos atendam a todos seus interesses de empresário, entre eles o de poder invadir a praia com 70 participantes de eventos que têm a sua “empresa” como patrocinadora e parte ativa e interessada na derrubada da Lei que institui a obrigatoriedade da nudez.

Para comprovar o interesse comercial da Arca nas “caminhadas ecológicas” é só abrir a internet e procurar a pagina que divulga o evento e o interessado encontrará o roteiro, o preço e o local da concentração festivamente alardeado pelos promotores cuja preocupação em contribuir tributariamente com o município é zero.

Como a coisa é boa e rentável já que se paga algo em torno de R$ 60,00 para se passar dentro de Tambaba vestido, quando todos entram de graça bastante observar as regras do naturismo, a próxima caminhada já tem data prevista para o dia 18 de março, caso a ilegalidade continue prevalecendo no litoral sul e os espertalhões de todos os matizes continuem atropelando autoridades e legislação sem que sejam chamados à responsabilidade.

Até a próxima caminhada, naturistas que não concordam com essa iniciativa particular - que pretende impor um novo perfil a Tambaba - esperam que as autoridades interfiram e a normalidade que dita às leis e as regras da praia seja restabelecida e figuras como o major severamente enquadradas nesses critérios, para que o império da lei volte a predominar.

Fonte: JAMPA NEWS

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