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LIVROS

Os livros "PUREZA" e "As MULHERES podem", de autoria do naturista NELCI RONES PEREIRA DE SOUSA, acabam de ser lançados pela Editora Biblioteca 24 horas(Pureza) e Clube de Autores (As Mulheres podem). Apesar de não se tratar de livros versando sobre Naturismo, falam, entretanto, de assuntos de interesse de todos os Naturistas. Neles, o autor está questionando o tratamento dado por vários segmentos sociais à NUDEZ, principalmente por parte dos religiosos, e faz uma busca completa nos Livros Sagrados do Cristianismo (Bíblia), Islamismo (Alcorão) e Judaísmo (Torá) sobre o assunto, mostrando as interpretações errôneas que são dadas a esses textos, quando se referem ao uso das roupas. Em face disso, solicita o auxílio de quem tiver conhecimento desses lançamentos em divulgar entre os Naturistas do País, cujos argumentos em favor do naturismo serão bastante ampliados ao inserir os dados levantados nessas obras.

Mais detalhes dos livros podem ser vistos no site: www.rones.com.br

Assim sendo, ele agradeçe profundamente os esforços que puderem ser despendidos para essa divulgação.

PUREZA

Inconformado com o destino que os humanos estão dando ao Planeta, visivelmente caminhando para uma catástrofe em decorrência da degenerescência do padrão comportamental dos seus habitantes, o autor, prevendo a extinção do homem da face da Terra, resultante da deturpação dos valores sociais, adulterado ao longo da história, vem conclamar uma reanálise da consciência das pessoas, visando salvar a espécie do apocalipse previsto na maioria dos Livros Sagrados das principais religiões adotadas pelas parcelas mais significativas da população mundial.

Convicto de que essa degradação dos costumes tem origem em más interpretações dos escritos religiosos, mostra nas páginas deste livro quais são os segmentos sociais responsáveis por propagar e incentivar a manutenção desse modelo de conduta equivocado, hoje em vigor no seio da sociedade, e que produz a deformação do caráter humano. Assevera, em razão disso, que a transformação salvadora da espécie, só poderá ser atingida por meio da confiança nos princípios da PUREZA, que estão presentes na fase inicial da vida das crianças, antes de serem maculadas pela maldade dos adultos.

Defende que a restrição à exposição do corpo, implantada desde o início da Idade Média, constitui no ponto inicial dos problemas da criminalização da prática sexual, inserida inescrupulosamente na mente humana, em forma de malícia permanente, e é a grande responsável pelo acirramento do quadro desarmônico existente entre os homens.

Assim, utiliza das páginas deste livro para estimular toda a criatura que retorne ao espírito infantil de inocência e PUREZA, buscando erradicar todos os vícios da malícia que vêm se transformando no principal motivo das desavenças ocorridas na forma de relacionamento entre os seres “pensantes” do Planeta.

Para adquirir acesse diretamente a editora: Bliblioteca 24 horas. Pesquisar pelo "título" PUREZA. Compre também na Amazon

Ver crítica de ARTHUR DE LACERDA

As MULHERES podem

Nenhuma mulher merece o destino que a humanidade tem lhe reservado, por meio de diversos tipos de costumes assentados em critérios religiosos através dos tempos.

Compete exclusivamente a cada uma desvencilhar de armadilhas preparadas há milhares de anos pelos diversos segmentos dominados por culturas machistas.

Mas, para atingir esse intento, todas as mulheres precisam da conscientização plena dos objetivos desses formatos comportamentais estabelecidos até hoje e rebelar contra as suas formas de concepção, pela premente necessidade de revolucionar a metodologia escravocrata embutida em cada um.

Vítimas de uma ideia ardilosa, que concebe a moralidade vinculada exclusivamente à aparência exterior, implantada desde a sua formação pueril por uma classe dominante masculina e religiosa, com o objetivo de minimizar a capacidade mental feminina, as mulheres são estimuladas a internalizar uma fraqueza que as levem à veneração aos bens materiais pretensamente realçadores da sua aceitação social. Através de prisões aos padrões de beleza, incrustados na opinião pública por uma mídia conivente com o ramo machista da sociedade, elas acabam por se conformar passivamente com essa situação.

Usa o autor de vasta argumentação para convencê-las ao desapego a essa mentalidade, em que a plástica determina o tamanho da sua acolhida popular, mostrando que a passividade em relação à obrigatoriedade do uso das roupas vem trazendo prejuízos à dimensão desse ser humano mentirosamente imputado como sexo frágil.

Adquira no: Clube de Autores

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